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Critérios de Wells

Estratificação de risco para TEP e TVP

Wells para TEP
Use para suspeita de Embolia Pulmonar Aguda.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre o Wells para TEP e o para TVP?
São escores distintos, com itens e cortes próprios. No de TEP, até 4 pontos o quadro é classificado como TEP improvável e admite exclusão por D-dímero de alta sensibilidade; acima disso, TEP provável, com angiotomografia indicada. No de TVP, 0 ponto é baixo risco, 1 a 2 é risco moderado e 3 ou mais é alto risco, com ultrassom doppler indicado.
D-dímero negativo descarta embolia pulmonar?
Só quando a probabilidade pré-teste é baixa. Com Wells indicando TEP provável, um D-dímero negativo não basta e a angiotomografia deve ser feita assim mesmo. O exame também perde utilidade quando já se espera que esteja elevado: gestação, câncer ativo, pós-operatório recente e idade avançada.
Quando usar o PERC em vez do Wells?
O PERC vem depois, e só em quem já foi classificado como de baixa probabilidade. Se os oito critérios do PERC forem todos negativos, o risco residual é baixo o bastante para dispensar até o D-dímero. O Wells estratifica; o PERC decide se vale a pena começar a investigar.

Ferramenta de apoio à decisão, destinada a profissionais de saúde. Não substitui a avaliação clínica, o protocolo da instituição nem o julgamento do médico assistente. Confira sempre o resultado e as doses antes de aplicá-los ao paciente, e consulte as referências citadas em cada calculadora.